Há várias tecnologias hoje em dia capazes de gerar energia através de luz solar, a mais conhecida sem dúvida é a das células foto-voltaicas, é a tecnologia utilizada nos painéis solares. Porém há outros meios menos desenvolvidos de se obter energia solar. Dentre eles está o coletor parabólico.

Um coletor parabólico consiste de uma série de espelhos direcionados para um ponto que é aquecido atingindo alta temperatura. Colocando-se um fluido no coletor (o ponto onde os espelhos estão direcionados), pode-se transformá-lo em vapor, que seria usado para mover uma turbina produzindo-se energia. Porém a tecnologia dos coletores parabólicos ainda está em estágio inicial, e o seu potencial verdadeiro ainda é relativamente desconhecido.

Montando o prato solar.

O sistema do MIT consiste de um prato espelhado de 3,65 metros de largura que os pesquisadores montaram em algumas semanas. Ele é composto de uma armação simples de tubos de alumínio e faixas de espelhos, concentrando o sol num fator de 1000, criando tanto calor que seria capaz de derreter uma barra de aço. Para demonstrar a capacidade do sistema, Spencer Ahrens, que completou recentemente seu mestrado em Engenharia Mecânica no MIT, segurou uma tábua e posicionou-a lentamente em direção ao ponto de concentração dos raios solares. Quase instantaneamente a madeira ficou em chamas. Veja a foto do teste:

Teste de eficiência na geração de calor.

Assista a um vídeo explicativo:

O time de pesquisadores do MIT, liderado por Ahrens,também inclue Micah Sze (Sloan MBA ‘08), Eva Markiewicz (graduada na UC Berkeley e engenheira do Broad Institute), Matt Ritter (estudante do Olin College) e Anna Bershteyn (estudante de Ciência dos Materiais no MIT). Vários outros estudantes também ajudaram o projeto no decorrer do semestre.